terça-feira, 19 de novembro de 2013

Nazismo Origem da Suástica

Não se sabe exatamente qual foi o povo que usou esse sinal pela primeira vez, mas é certo que ele tem origem muito antiga, de pelo menos 5 mil anos. A palavra em si vem do sânscrito svastika, que significa "condutora do bem-estar". Conhecida como símbolo de boa sorte pela maioria das culturas, a suástica ornamentava as moedas da Mesopotâmia 3 mil anos antes de Cristo e também aparecia na arte de povos como os bizantinos e os primeiros cristãos. Os índios maias, da América Central, e os navajos, da América do Norte, também a retrataram - e ainda hoje ela continua a ser usada como símbolo de fortuna pelos hindus. Existem dois tipos de suástica: uma com os braços virados em sentido horário, outra voltada para o sentido oposto. Essa última, tida como noturna, seria usada em rituais de magia negra. A primeira - considerada um símbolo solar e, portanto, diurno - é a da boa sorte.
Quando foi fundado o Partido Nacional-Socialista alemão, em 1920, a suástica solar foi adotada como seu emblema principal por sugestão do poeta Guido von List. Com o fim da Segunda Guerra, em 1945, o símbolo foi oficialmente aposentado, mas continua sendo usado por grupos neo-nazistas.



segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Principais Acontecimentos do Oriente Médio (1974-2013)

 Acordo de Camp David

Intifada

Como Arafat insistia em negociar uma solução para a Questão Palestina, houve uma dissidência dentro da Organização para a Libertação da Palestina e, em maio de 1983, as forças leais a Arafat começaram a enfrentar rebeldes chefiados por Abu Mussa.
Arafat, por sua vez, firmou novas alianças com o presidente do Egito, Hosni Mubarak, e com o Rei Hussein, da Jordânia, e se reelegeu presidente da OLP no ano seguinte.Em 1985, Yasser e Hussein fizeram uma oferta de paz a Israel, em troca de sua retirada dos territórios ocupados. Os judeus, além de rejeitarem a proposta, mantiveram o exército naquelas regiões.
Em 1987 explodiu uma rebelião popular em Gaza, cujo estopim foi o atropelamento e morte de quatro palestinos por um caminhão do exército israelense. Adolescentes, munidos de paus e pedras, enfrentaram, nas ruas, os soldados israelenses e o levante se alastrou. A repressão israelense foi brutal. Os soldados combatiam os paus e pedras com bombas de gás, tanques e balas de borracha.
Os resultados da Intifada foram vários espancamentos, detenções em massa e deportações. A ação judaica foi condenada pelo Conselho de Segurança da ONU, o que influenciou a opinião pública mundial a favor da OLP.
Como resultado da Intifada, as facções da OLP se uniram na intenção de criar um Estado palestino e, em novembro de 1988, o Conselho Nacional Palestino proclamou o Estado Independente da Palestina, ao mesmo tempo em que aceitava a existência de Israel. Além disso, o Conselho declarou sua rejeição ao terrorismo e pediu uma solução pacífica para o problema dos refugiados, aceitando, também, participar de uma conferência internacional de paz.

Guerra do Líbano
O território do Líbano viveu uma guerra civil a partir de 1958, causada pela disputa de poder entre grupos religiosos do país: os cristãos maronitas, os sunitas (muçulmanos que acreditam que o chefe de Estado deve ser eleito pelos representantes do Islã, são mais flexíveis que os xiitas), drusos, xiitas e cristãos ortodoxos. O poder, no Líbano, era estratificado. Os cargos de chefia eram ocupados pelos cristãos maronitas, o primeiro ministro era sunita e os cargos inferiores ficavam com os drusos, xiitas e ortodoxos. No entanto, os sucessivos conflitos na Palestina fizeram com que um grande número de palestinos se refugiasse no Líbano, descontrolando o modelo de poder adotado, já que os muçulmanos passaram a constituir a maioria no Líbano. A Síria rompeu sua aliança com a OLP e resolveu intervir no conflito ao lado dos cristãos maronitas. Durante a ocupação israelense aconteceram os massacres de Sabra e Chatila. Foi com o apoio norte-americano que o cristão maronita Amin Gemayel chegou ao poder em 1982.
Revoltados com a presença das tropas norte-americanas na região, o quartel-general da Marinha americana foi atacado em outubro de 1983 e causou a morte de 241 fuzileiros. O atentado e a pressão internacional fizeram com que os Estados Unidos retirassem suas tropas do Líbano em fevereiro de 1984. As tropas israelenses também foram retiradas do Líbano, o que enfraqueceu os cristãos.
Os drusos se aproveitaram desta situação, dominaram a região do Chuf, a leste de Beirute, e expulsaram as comunidades maronitas entre 1984 e 1985. De outro lado, o sírio Hafez Assad e seus partidários libaneses detonaram uma onda de atentados a bairros cristãos e tentavam assassinar os auxiliares do presidente Amin Gemayel, que resistiu e permaneceu no poder até 1988.
Desde então, o Líbano está tentando reconstruir sua economia e suas cidades. O país é tutelado pela Síria.
Conflito Irã Iraque
Começa em setembro de 1980 com a invasão do Irã e a destruição de Khorramshar, onde fica a refinaria de Abadã, por tropas iraquianas. O pretexto é o repúdio, pelo governo iraquiano, ao Acordo de Argel (1975), que define os limites dos dois países no Chatt-el-Arab, canal de acesso do Iraque ao golfo Pérsico.
O Iraque quer soberania completa sobre o canal e teme que o Irã sob Khomeini tente bloquear o transporte do petróleo iraquiano ao golfo Pérsico pelo canal. Khomeini havia sido expulso do Iraque em 1978, a pedido do xá Reza Pahlevi, e o presidente iraquiano, Saddam Hussein, dera apoio aos movimentos contra-revolucionários de Baktiar e do general Oveissi.
O novo regime iraniano apóia o separatismo dos curdos no norte do Iraque e convoca os xiitas iraquianos a rebelarem-se contra o governo sunita de Saddam. O Irã bloqueia o porto de Basra e ocupa a ilha de Majnun, no pântano de Hoelza, onde estão os principais poços petrolíferos do Iraque. Este bombardeia navios petroleiros no golfo, usa armas químicas proibidas e ataca alvos civis. Há pouco avanço nas frentes de luta, mas o conflito deixa 1 milhão de mortos ao terminar em 1988.

Guerra do Golfo

Conflito militar ocorrido inicialmente entre o Kuwait e o Iraque de 2 de agosto de 1990 a 27 de fevereiro de 1991, que acaba por envolver outros países. A crise começa quando o Iraque, liderado pelo presidente Saddam Hussein (1937-), invade o Kuwait. Como pretexto, o líder iraquiano acusa o Kuwait de provocar a baixa no preço do petróleo ao vender mais que a cota estabelecida pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Hussein exige que o Kuwait perdoe a dívida de US$ 10 bilhões contraída pelo Iraque durante a guerra com o Irã (1980) e também cobra indenização de US$ 2,4 bilhões, alegando que os kuweitianos extraíram petróleo de campos iraquianos na região fronteiriça de Rumaila. Estão ainda em jogo antigas questões de limites, como o controle dos portos de Bubiyan e Uarba, que dariam ao Iraque novo acesso ao Golfo Pérsico.
A invasão acontece apesar das tentativas de mediação da Arábia Saudita, do Egito e da Liga Árabe. As reações internacionais são imediatas. O Kuwait é grande produtor de petróleo e país estratégico para as economias industrializadas na região. Em 6 de agosto, a ONU impõe um boicote econômico ao Iraque. No dia 28, Hussein proclama a anexação do Kuwait como sua 19ª província. Aumenta a pressão norte-americana para a ONU autorizar o uso de força. Hussein tenta em vão unir os árabes em torno de sua causa ao vincular a retirada de tropas do Kuwait à criação de um Estado palestino. A Arábia Saudita torna-se base temporária para as forças dos EUA, do Reino Unido, da França, do Egito, da Síria e de países que formam a coalizão anti-Hussein. Fracassam as tentativas de solução diplomática, e, em 29 de novembro, a ONU autoriza o ataque contra o Iraque, caso seu Exército não se retire do Kuwait até 15 de janeiro de 1991. Em 16 de janeiro, as forças coligadas de 28 países liderados pelos EUA dão início ao bombardeio aéreo de Bagdá, que se rende em 27 de fevereiro. Como parte do acordo de cessar-fogo, o Iraque permite a inspeção de suas instalações nucleares.
Conseqüências – O número estimado de mortos durante a guerra é de 100 mil soldados e 7 mil civis iraquianos, 30 mil kuweitianos e 510 homens da coalizão. Após a rendição, o Iraque enfrenta problemas internos, como a rebelião dos curdos ao norte, dos xiitas ao sul e de facções rivais do partido oficial na capital. O Kuwait perde US$ 8,5 bilhões com a queda da produção petrolífera. Os poços de petróleo incendiados pelas tropas iraquianas em retirada do Kuwait e o óleo jogado no golfo provocam um grande desastre ambiental.
Tecnologia na guerra – A Guerra do Golfo introduz recursos tecnológicos sofisticados, tanto no campo bélico como em seu acompanhamento pelo resto do planeta. A TV transmite o ataque a Bagdá ao vivo, e informações instantâneas sobre o desenrolar da guerra espalham-se por todo o mundo. A propaganda norte-americana anuncia o emprego de ataques cirúrgicos, que conseguiriam acertar o alvo militar sem causar danos a civis próximos. Tanques e outros veículos blindados têm visores que enxergam no escuro graças a detectores de radiação infravermelha ou a sensores capazes de ampliar a luz das estrelas. Mas o maior destaque é o avião norte-americano F-117, o caça invisível, projetado para minimizar sua detecção pelo radar inimigo.

Momento jornalístico dos conflitos no Oriente Médio

1.ª Guerra Árabe-Israelense (1948-49) – Exércitos de cinco países árabes atacam Israel, que resiste e no final do conflito tem sob seu controle 70% da antiga Palestina britânica. A Jordânia ocupa a Cisjordânia e o setor oriental (árabe) de Jerusalém, controlando o acesso aos santuários da Cidade Velha. O Egito ocupa a Faixa de Gaza. Um milhão de palestinos se refugiaram em países árabes vizinhos.
Guerra dos 6 Dias (1967) – Diante de sinais repetidos de uma invasão sendo preparada no Egito, Síria e Jordânia, Israel lança um contra-ataque preventivo. Uma semana depois, conquista a Cisjordânia e Gaza e ainda ocupa as colinas de Golan (Síria) a Península do Sinai (Egito) até a margem do Canal de Suez. Jerusalém é unificada sob domínio israelense e depois anexada e proclamada capital "eterna e indivisível" de Israel, sob protestos internacionais. Com a derrota árabe, o líder guerrilheiro Yasser Arafat, do movimento Al-Fatah, assume o comando da OLP.
Guerra do Yom Kippur (1973) – No dia mais sagrado do calendário judaico, Síria e Egito atacam Israel, recuperando numa ofensiva fulminante os territórios que perderam em 67. A contra-ofensiva israelense restabelece a situação anterior.
Camp David - Em 78, Egito e Israel assinam em Camp David, nos EUA, um acordo de paz que permite a devolução do Sinai e inclui um plano de concessão de autonomia para os palestinos na Cisjordânia e Gaza sob ocupação israelense.
Invasão do Líbano (1982) – Determinado a afastar de sua fronteira norte os guerrilheiros palestinos que atacam do sul do Líbano, Israel invade o país vizinho e ocupa a capital, Beirute, forçando a retirada do comando da OLP para a Tunísia. Israel retira as tropas em 85 mas mantém uma faixa do sul do Líbano ocupada até maio de 2000.
Intifada (1987-93) – Uma rebelião explode na Cisjordânia e Gaza e jovens palestinos enfrentam diariamente (com pedras) as tropas israelenses. Centenas são mortos e a violência só arrefece depois da derrota do Iraque (apoiado pelos palestinos) na Guerra do Golfo (1991).

                                      http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Petróleo no Brasil

 O ciclo do petróleo no Brasil teve início no final do século XIX, quando aconteceram as primeiras buscas por esse minério no subsolo brasileiro. O primeiro vestígio de petróleo foi encontrado no município de Bofete, estado de São Paulo, no entanto, a extração do recurso encontrado era inviável.
A primeira jazida de petróleo - viável economicamente – foi descoberta em 1939, no município de Lobato, mediações do Recôncavo Baiano, da qual foi retirado petróleo de boa qualidade e propício à comercialização.
No governo de Getúlio Vargas, em 1953, foi criada a que seria uma das mais promissoras estatais do mundo, a Petrobras (Petróleo Brasileiro S.A). A empresa possui 51% das ações pertencentes ao governo e o restante é de capital misto.
O petróleo possui uma grande relevância para nossa vida, em razão de ser usado como combustível, além de ser agregado na fabricação de uma infinidade de produtos. Até pouco tempo, o país não tinha produção suficiente de petróleo para o abastecimento interno, desse modo, era dependente do recurso importado, especialmente dos países do Oriente Médio, mas a partir de 2007 o país alcançou a autossuficiência. Atualmente, a produção é de aproximadamente 2,3 milhões de barris ao dia, que supera o consumo, que é de 2,2 barris diários.
No continente, a maioria das jazidas brasileiras de petróleo se estabelece em locais que apresentam rochas sedimentares. No oceano, o petróleo é encontrado nas plataformas continentais.

Para obter os subprodutos do petróleo é preciso que passá-lo por diversas etapas de beneficiamento. Após ter sido extraído do subsolo, ele é transportado até as refinarias, que fazem a transformação do minério bruto em combustíveis, matéria-prima e subprodutos.
Os combustíveis (gasolina e diesel) abastecem os postos, que comercializam esses produtos para serem usados em automóveis. Em geral, as empresas que trabalham no refino do petróleo instalam-se em áreas próximas às indústrias, com a finalidade de abastecê-las de matéria-prima.

Plataforma de Petróleo Plataforma de Petróleo

Agradecemos ao Site http://www.brasilescola.com/brasil/o-petroleo-no-brasil.htm

Guerra do Golfo

A Guerra do Golfo foi um conflito provocado pelo Iraque no território do Kuwait que se iniciou no dia 02 de agosto de 1990. O conflito envolveu ainda países como os Estados Unidos, Grã-Bretanha, Arábia Saudita e Egito que foram afetados diretamente. O conflito foi iniciado quando Sadddam Hussein, o presidente do Iraque instigou o Kuwait a provocar a diminuição dos preços do petróleo. Além de exigir que o Kuwait indenizasse o Iraque pelos prejuízos obtidos pelo petróleo em baixa, Saddam restaurou conflitos territoriais antigos entre os países. Com a rejeição do Kuwait às exigências, Saddam ordenou a invasão ao país objetivando tomar controle sobre seus campos de petróleo.
A invasão iraquiana fez com que os preços do petróleo subissem consideravelmente fazendo com que os países reagissem contra o Iraque que fechou o Golfo Pérsico. Liderados pelos Estados Unidos, as nações reivindicavam que a ONU interferisse no conflito e determinasse a abertura do Golfo Pérsico. A ONU por sua vez, determinou um prazo para que o Kuwait fosse libertado das tropas iraquianas, o que foi contestado friamente por Saddam que impôs a condição da criação do Estado Palestino para o cumprimento da determinação.
No dia 28 de agosto, Saddan ignorando a determinação da ONU declarou a anexação do Kuwait como sua 19ª província, o que fez com que a ONU permitisse a intervenção por meio da força caso o Kuwait não fosse deixado até a primeira quinzena do mês de janeiro do ano seguinte.
No dia 17 de janeiro de 1991, foi iniciado um grande ataque aéreo para forçar a retirada das tropas iraquianas. A operação chamada de Tempestade no Deserto encaminhou aproximadamente 468.000 militares em navios, aviões e também mísseis para serem utilizados. Em 27 de fevereiro, grande parte do Iraque já estava destruída, o que fez com que no dia posterior os Estados Unidos declarassem o cessar-fogo. Este, somente ocorreu no mês de abril quando o Iraque se rendeu. Ao se retirarem do Kuwait, as tropas iraquianas colocaram fogo nos poços de petróleo e ainda derramaram o mesmo por todo o Golfo Pérsico provocando a morte de inúmeras espécies.

Guerra do Golfo                                                                       Conflito Provocado Pelo Petróleo 

Guerra do Iraque 2003

GUERRA DO IRAQUE

No dia 11 de setembro, os Estados Unidos sofreram um ataque terrorista e, após esse atentado, entraram em alerta contra possíveis inimigos. O presidente George W. Bush criou a Lei Antiterrorismo, onde o EUA poderia prender estrangeiros, sem acusação prévia. Na mesma época, o governo conseguiu um investimento de US$ 370 bilhões. O governo então procurou por Bin Laden, possível responsável pelos atentados de 11 de setembro, mas sem sucesso, buscou outros inimigos dos EUA, o chamado “eixo do mal”, onde os principais alvos eram Irã, Coreia do Norte e Iraque, que era comandado por Saddam Hussein e foi o primeiro a ser investigado. 
Em 2002, o presidente Bush acusou o Iraque de ter armas de destruição em massa e colocar em risco os EUA e demais aliados. Diante dessa denúncia, as Nações Unidas investigaram o estoque de armamentos controlados pelo Iraque. Porém, em 2003, a ONU chegou à conclusão de que não havia nenhuma arma de destruição em massa no Iraque.
O presidente Bush contrariou a declaração da ONU e formou uma coalizão militar contra o Iraque e, em 20 de março de 2003, com a ajuda dos britânicos, italianos, espanhóis e australianos, os EUA deram inicio à guerra do Iraque. A coalizão conseguiu derrubar o governo e, em dezembro, capturaram Saddam Hussein.
Um grande incômodo assolou a política dos EUA, visto que não foram encontradas as armas químicas e biológicas que eles afirmavam que o Iraque possuía.
Depois de meses, houve uma eleição para a escolha de políticos que criariam a nova constituição do pais. Jalal Talabani foi escolhido como novo presidente do Iraque e acreditava-se que a soberania seria restabelecida e as tropas norte-americanas sairiam do país. Contudo, o cenário continuava a ter conflitos civis de xiitas e sunitas. As tropas norte-americanas então continuaram no território
Em 18 de agosto de 2010, a Guerra do Iraque teve seu fim.
No entanto, o cenário político iraquiano esteve longe de uma estabilização. Os grupos políticos internos, sobretudo dominados por facções xiitas e sunitas, se enfrentam em vários conflitos civis. Ao longo desses anos de ocupação, os Estados Unidos vem empreendendo uma batalha que não parece ter fim, pois as ações terroristas contra suas tropas continuam ocorrendo. Em 2008, com o fim da era George W. Bush existia uma grande expectativa sobre o fim da presença militar dos EUA no Iraque.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Cultura Japonesa XD

Todos sabemos que a cultura japonesa influenciou muito aqui no Brasil uma delas é o Anime.
  
Basicamente, animes são os desenhos animados produzidos no Japão. Para os japoneses os animes são todos os desenhos animados, independente da sua origem, nacional ou estrangeira. Para o mundo ocidental os animes são apenas os desenhos animados do Japão.


A origem da palavra Anime é discutível. Dentre as versões apresentadas por pesquisadores, ela pode variar entre:

  • Palavra inglesa animation, que significa animação;
  • Palavra francesa animée, que significa animado;     


Os animes também podem ser chamados de japanimation em inglês e, ao contrário do que muitos pensam, a animação não é o gênero dos desenhos, mas sim um meio, e nesse meio os filmes são produzidos com conteúdos variados e em diversos gêneros tais como comédiaterrordramaficção científicaerótico, etc.
Às vezes, pode-se encontrar o termo anime para designar os animes no mercado estrangeiro.

A principal característica dos animes e dos mangás são os olhos geralmente muito grandes e muito bem definidos. Podem variar entre redondos ou rasgados, mas sempre são feitos cheios de brilho e com o uso de cores chamativas, de modo a refletir a emoção das suas personagens.
Os animes podem ter o formato de séries para a televisão, filmes ou OVA (Vídeo Original de Anime).
Dentre as principais características dos animes, podemos reconhecer o uso de uma direção de arte focada na agilidade, assim como enquadramentos ousados e muito movimento de cena. Além disso, existe a abordagem de temas variados, como por exemplo, ficção científica, aventura, terror, infantil, romance e pornografia.
Nos animes há uma grande presença de personagens andróginos e do homossexuais. Essa presença se dá de maneira sutil e essas duas características refletem a cultura japonesa, onde não há muita distinção entre homossexuais e andróginos com heterossexuais. A presença desses tipos de personagens nem sempre é bem vista no Ocidente, o que acaba tornando-os mal interpretados, levando em muitos casos à censura e adaptação de personagens originais.


terça-feira, 8 de outubro de 2013

Verdade Ou Mentira

Hoje Troucemos um conteúdo novo As Linhas De NAZCA Olhem com atenção Acreditace que foram os povos incas que a fizeram outros acreditam na teoria EXTRATERRESTRE  Comentem Oque acham Eu acho que Voces devem comentar ! Todas Estao desenhadas no deserto


Tigres Asiaticos - Economia Pib (PRODUTO INTERNO BRUTO) 2012


O que são
O termo “tigres asiáticos” se refere a quatro países asiáticos que vem apresentando, nas últimas décadas, altos índices de crescimento econômico. Estes países são: Coreia do Sul, Cingapura, Taiwan e Hong Kong.


Principais características econômicas dos tigres asiáticos:
- Elevado crescimento econômico nos últimos anos;
- Receberam grandes volumes de investimentos estrangeiros;
- Grande parte da produção de manufaturados voltada para o mercado externo;
- Importante desenvolvimento nas áreas de indústria e tecnologia;
- Setor de finanças forte e dinâmico;
- Condições favoráveis para a criação e funcionamento de empresas: mão-de-obra disponível de baixo custo (salários baixos) e capacitada, boa infraestrutura, direitos trabalhistas flexíveis e baixo custo de produção.
- Produção de mercadorias de alta competividade no mercado internacional;
- Grande desenvolvimento urbano nas últimas três décadas com grandes investimentos nos setores imobiliário e de infraestrutura (portos, rodovias, avenidas, prédios públicos, etc.).


Principais produtos produzidos e exportados:
- Automóveis (principalmente Coreia do Sul), produtos eletroeletrônicos, computadores e periféricos, navios (principalmente Coreia do Sul), máquinas industriais, equipamentos de telecomunicações e brinquedos.


PIB dos tigres asiáticos:
- Coreia do Sul: US$ 1,1 bilhão (2012) – 15ª maior economia do mundo em 2012
- Hong Kong: US$ 263 bilhões (2012) – 39ª maior economia do mundo em 2012
- Cingapura: US$ 276 bilhões (2012) – 36ª maior economia do mundo em 2012
- Taiwan: US$ 473 bilhões (2012) – 27ª maior economia do mundo em 2012

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Religiões Mundiais

Fizemos Uma Pesquisa Sobre as Principais Religiões Mundiais e Eu e o Ricardo Ficamos encarregados de pesquisar sobre o Xintoísmo e Hinduísmo Sigam algumas informações 
Desculpem o SPAM porém estamos fazendo esta postagem Copiada mais modificada da  WikiPédia 
As principais religiões  do mundo e tradições espirituais podem ser classificadas em um número menor de grupos maiores ou religiões mundiais.
De acordo com a pesquisa realizada pelaPew Research Center e divulgada na Pew Research Forum on Religion & Public Life (Global Religion Landscape / 2012), a maioria de aderentes religiosos e espirituais considerando a população mundial são:
31,5% cristianismo (aprox. 2,21 bilhões de adeptos)
23,2% islã (aprox. 1,63 bilhão de adeptos)
16,2% irreligiosidade e o ateísmo (aprox. 1,14 bilhão de adeptos)
15,0% hinduísmo (aprox. 1,05 bilhão de adeptos)
7,1% budismo (aprox. 0,50 bilhão de adeptos)
6,7% Religiões populares, incluindo religião tradicional chinesa e outras religiões, inclusive mas não limitada a religiões tradicionais africanas e americanas nativas, e religiões aborígenes australianas aprox. 0,47% bilhão de adeptos)
Estudos conduzidos pela Pew Research Center em 2009 mostram que, geralmente, nações mais pobres tem maior proporção de cidadãos que consideram a religião muito importante do que nações ricas, com exceções aos Estados Unidos da América e Kwait1and Kuwait.2
De acordo com uma pesquisa realizada em 2005 pela Encyclopædia Britannica, a maioria de aderentes religiosos e espirituais considerando a população mundial são:
33,06% cristianismo
21,00% islã
13,33% hinduísmo
6,27% religião tradicional chinesa
5,87% budismo
irreligiosidade e o ateísmo respondem por 14,27% e 3,97% da população mundial, seguidos pelas religiões étnicas indígenas.
Estas tradições espirituais podem ser também combinadas em grupos maiores, ou separadas em sub-denominações menores. Ocristianismoislão e o judaísmo (e às vezes a Fé Bahá'í) podem ser unidos como religiões abraâmicas. O hinduísmobudismo,sikhismo e jainismo são classificados como religiões indianas (ou dármicas). A religião tradicional chinesaconfucionismotaoísmo eshinto são classificados como religiões da Ásia Oriental (ou Chinesas, ou Taóicas).

domingo, 7 de julho de 2013

Crescimento Populacional na Asia

crescimento populacional ou crescimento demográfico é a mudança positiva do número de indivíduos de uma população dividida por uma unidade de tempo. O termopopulação pode ser aplicado a qualquer espécie viva, mas aqui refere-se aos humanos.
A população mundial em 1950 era de 2,5 bilhões de pessoas. Em 2000 já havia mais de 6 bilhões de humanos no planeta.
Para um estudo da população, é essencial a análise estatística acompanhada das características históricas e geográficas das sociedades existentes no planeta. Alguns locais que apresentam elevadas taxas de densidades demográficas são: Sudeste Brasileironordeste dos Estados Unidos da América, leste da China e sul da África. Cada umas dessas regiões tem as suas particularidades socioeconômicas, culturais e ambientais.
De acordo com os dados obtidos junto à ONU, no nosso planeta vivem mais de 6,3 milhares de milhões de pessoas. Dessas, mais de 75% vivem em países subdesenvolvidos e com menos de dois dólares por dia, 22% são analfabetos, metade nunca utilizou um telefone e apenas 25% têm acesso à internet.1 2


terça-feira, 25 de junho de 2013

Crescimento Populacional na EUROPA

O crescimento populacional na maioria dos países europeus deve-se "quase exclusivamente à imigração" disse hoje a presidente do Instituto de Política Familiar da Rede Europeia, lembrando que o aumento da natalidade nos Estados Unidos é "doze vezes maior ao europeu".
"O crescimento da população europeia deve-se quase exclusivamente à imigração, que se converteu na base do crescimento populacional em quase todos os países europeus", disse à agência Lusa Lola Velarde, que hoje à noite participa no I Congresso de Maternidade, que decorre até sábado, em Lisboa. 

Também em Portugal, a imigração permitiu uma "melhoria nos índices da taxa de natalidade", sublinhou a especialista, tendo-se registado "efectivamente um aumento do número de nascimentos entre 1997 e 2006, juntamente com outros países". 

Segundo a investigadora da Universidade de Madrid, "84 por cento do crescimento populacional na União Europeia (UE) a 27 no período 2000-2007 deveu-se à imigração" e não ao crescimento da natalidade (crescimento natural), que se tem "mantido estancado", nomeadamente entre 1994-2007, com "um crescimento de apenas 320 mil pessoas por ano".

Só dois países têm crescimento natural superior à imigrição

"De facto, o crescimento natural nos Estados Unidos da América (EUA) é doze vezes maior que o da União Europeia a 27", frisou a responsável do Instituto de Política Familiar da Rede Europeia, uma organização civil com estatuto consultivo do Conselho Económico e Social das Nações Unidas. 

Lola Velarde adiantou que a população imigrante na Europa passou de "14,4 milhões em 1996 para mais de 27 milhões em 2006, com um crescimento de 89 por cento". 

França e Holanda são os únicos países da UE a 27, segundo a investigadora espanhola, que têm um "crescimento natural realmente superior a imigração que recebem". 

"Isto, tendo em conta que a França é o terceiro país da UE em número de imigrantes (3,5 milhões em 2007), apenas superado pela Espanha (4,6 milhões) e pela Alemanha (7,2 milhões)", precisou.

O número total de partos em Portugal em 2008 foi de 105.437, superior ao de 2007, que teve um total de 102.492, segundo os dados do INE. Lola Velarde participa hoje no debate "Maternidade, um valor social II", no âmbito do I Congresso de Maternidade, que decorre até sábado em Lisboa e onde vários especialistas nacionais e internacionais abordam as diversas dimensões da maternidade e da paternidade.

Crescimento Populacional no BRASIL


Crescimento Populacional no BRASIL


Em razão do constante aumento populacional ocorrido no Brasil, principalmente a partir da década de 1960, intensificando-se nas últimas décadas, o país ocupa hoje a quinta posição dos países mais populosos do planeta, ficando atrás apenas da China, Índia, Estados Unidos e Indonésia. De acordo com dados do Censo Demográfico de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população brasileira atingiu a marca de 190.755.799 habitantes.

O crescimento populacional de um determinado território ocorre através de dois fatores: a migração e o crescimento vegetativo, esse último é a relação entre as taxas de natalidade e as de mortalidade. Quando a taxa de natalidade é maior que a de mortalidade, tem-se um crescimento vegetativo positivo; caso contrário, o crescimento é negativo; e quando as duas taxas são equivalentes, o crescimento vegetativo é nulo.

No Brasil, o crescimento vegetativo é o principal responsável pelo aumento populacional, já que os fluxos migratórios ocorreram de forma mais intensa entre 1800 e 1950. Nesse período, a população brasileira totalizava 51.944,397 habitantes, bem longe dos atuais 190.755.799.

 

Tabela obtida a partir de informações do IBGE.
Nos últimos 50 anos houve uma explosão demográfica no território brasileiro, o país teve um aumento de aproximadamente 130 milhões de pessoas. No curto período de 1991 a 2005, a população brasileira teve um crescimento próximo a 38 milhões de indivíduos. No entanto, acompanhando uma tendência mundial, o crescimento demográfico brasileiro vem sofrendo reduções nos últimos anos. A população continuará aumentando, porém as porcentagens de crescimento estão despencando.

A urbanização, a queda da fecundidade da mulher, o planejamento familiar, a utilização de métodos de prevenção à gravidez, a mudança ideológica da população, são todos fatores que contribuem para a redução do crescimento populacional.

Nos anos de 1960, as mulheres brasileiras tinham uma média de 6,3 filhos, atualmente essa média é de 2,3 filhos, que está abaixo da média mundial, que é de 2,6.

Conforme estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (IBGE), em 2050 a população brasileira será de aproximadamente 259,8 milhões de pessoas, nesse mesmo ano a taxa de crescimento vegetativo será de 0,24, bem diferente da década de 1950, que apresentou taxa de crescimento vegetativo positivo de 2,40%.

Apesar dessa queda brusca no crescimento vegetativo, a população brasileira não irá reduzir rapidamente, pois a expectativa de vida está aumentando, em virtude do desenvolvimento de novas tecnologias medicinais, além de cuidados e preocupação com a saúde, o que não ocorria com tanta frequência nas décadas anteriores. Ocorrerá sim, o envelhecimento da população.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Problemas Ambientais: Alemanha

Problemas Ambientais: Alemanha 


Alemanha sofre com perigos naturais, como as inundações. Os problemas causados pelo homem são as emissões de indústrias e instalações movidas a carvão, que contribuem para a poluição do ar, a chuva ácida, proveniente das emissões de dióxido de enxofre, está a afectar as florestas, poluição do mar Báltico proveniente de esgotos livres e efluentes industriais nos rios da Alemanha oriental, eliminação dos resíduos perigosos, o governo anunciou a intenção de renunciar à produção de electricidade por via nuclear, o governo procura identificar áreas de preservação natural a fim de cumprir a directiva da UE sobre Fauna, Flora e Habitat
O país faz parte de vários acordos internacionais, sendo que alguns deles o país não chegou a ratificar o acordo.



O país faz parte dos seguintes acordos:
  • Poluição do Ar
  • Poluição do Ar - Óxidos de Azoto
  • Poluição do Ar - Enxofre 85
  • Poluição do Ar - Enxofre 94
  • Poluição do Ar - Compostos Orgânicos Voláteis
  • Antártida - Protocolo Ambiental
  • Tratado da Antártida
  • Biodiversidade
  • Mudanças Climáticas
  • Desertificação
  • Espécies Ameaçadas
  • Modificação Ambiental
  • Resíduos Perigosos
  • Lei do Mar
  • Despejos Marítimos
  • Banimento de Ensaios Nucleares
  • Protecção da Camada de Ozono
  • Poluição Provocada por Navios
  • Madeias Tropicais 83
  • Madeias Tropicais 94
  • Zonas Húmidas
  • Caça à Baleia

O país assinou mas não ratificou os seguintes acordos:

terça-feira, 21 de maio de 2013

Problemas Ambientais : Inglaterra

Problemas Ambientais na Inglaterra :

Há uma campanha ambiental na Inglaterra que há mais de 30 anos reúne dezenas de milhões de dólares mas ainda é pouco conhecida, embora o promotor seja o príncipe Charles. Para criar consciência ambiental em seu país e no mundo em desenvolvimento, o filho da rainha Elizabeth escreveu centenas de artigos, assistiu a inúmeros eventos e promoveu diversos projetos, mas pouquíssimos de seus trabalhos foram publicados na terra onde um dia será rei. Os meios de comunicação britânicos dedicaram a ele grandes espaços quando se separou da princesa Diana. No entanto, quando se trata do trabalho que representa a paixão de sua vida, o interesse da mídia é quase inexistente. O príncipe adiantou-se em várias décadas ao resto da Inglaterra com relação ao tema do meio ambiente. Suas advertências sobre o aquecimento da Terra na década de 70 não foram levadas a sério, até que os sintomas ficaram mais evidentes no ano passado. Sua oposição à agricultura modificada geneticamente era considerada uma excentricidade, mas a demanda por alimentos orgânicos aumenta vertiginosamente na Grã-Bretanha. Sua iniciativa para defender a medicina alternativa foi qualificada de curandeirismo, embora agora seja adotada em seu país. "Seus interesses são muito amplos, conta com assessores que o mantêm informado sobre os acontecimentos ambientais em todo o mundo", disse ao Terramérica o porta-voz do Palácio de Buckingham. Charles admite que foi considerado uma espécie de "doido" quando falou sobre questões ambientais em um de seus primeiros discursos públicos, em fevereiro de 1970, quando tinha 21 anos. Nessa oportunidade referiu-se às "horríveis conseqüências da poluição em todas suas formas cancerosas", aos problemas causados pelo lixo e à crescente demanda por água. Na última década, o príncipe não deixou de discursar, participar de programas de televisão, seminários e debates e de estabelecer organizações ambientais. Em um documentário feito pela BBC (British Broadcasting Corporation), em 1990, intitulado "A Terra em Equilíbrio: uma Visão Pessoal sobre o Meio Ambiente", o príncipe faz algumas observações proféticas sobre o aquecimento global e a agricultura sustentável. A menos que se mude a maneira como os homens tratam a Terra e seus recursos naturais, "creio que mais cedo ou mais tarde enfrentaremos um ajuste de contas", alertava. O programa foi considerado aborrecido e todos os esqueceram rapidamente. Em janeiro, Charles realizou um seminário na Universidade de Essex sobre a redução da pobreza através da agricultura sustentável e proporcionou fundos e apoio para diversos estudos sobre o assunto. "A agricultura sustentável proporciona benefícios ambientais reais no que se refere a água limpa, biodiversidade, proteção contra inundações e qualidade da paisagem", afirmou. Além disso, introduziu a agricultura orgânica em sua própria fazenda em Highgrove, numa tentativa de praticar o que prega, e assegura que desde que se desfez dos pesticidas e fertilizantes químicos, os pardais voltaram. Ao falar sobre segurança global, em 1993, disse que "as ameaças da mudança climática são menos visíveis e provocam menos reações do que, por exemplo, a invasão do Kuwait por Saddam Hussein, por isso o esforço que devemos fazer para reconhecer a tempo estas ameaças é muitíssimo maior. A afirmação pareceu ridícula para muitos. Para piorar as coisas, Charles insistiu na necessidade de água limpa como um assunto de segurança. "Com a história aprendemos que a ascensão e a queda de civilizações inteiras podem estar relacionadas com mudanças na disponibilidade da água", afirmou. Com freqüência, o príncipe adotou uma posição contrária ao debate político prevalecente. Num discurso sobre florestas, disse que "antes de culpar os países em desenvolvimento pela deterioração ambiental, devemos nos perguntar em quantos casos a deterioração começou pelas ações de indivíduos e companhias das nações industrializadas do mundo". Charles, inclusive, manifestou-se contra o processo colonizador. "Desde que os primeiros exploradores da Espanha e de Portugal colocaram os pés na América do Sul e os britânicos chegaram ao Caribe, os povos do chamado "mundo desenvolvido" trataram os indígenas como selvagens, fosse para escravizá-los, dominá-los, "civilizá-los" ou convertê-los para sua religião", afirmou. O apoio do príncipe à medicina integrada provocou reações hostis quando a propôs pela primeira vez, mas também lhe valeu reconhecimento. As medicinas alternativas agora são utilizadas por 20% da população britânica, e este número aumenta rapidamente. Charles encabeça várias entidades ambientais, entre elas Soil Association, The Wildlife Trusts, Intermediate Technology, Henry Doubleday Research Association, John Muir Trust e Water Aid. Depois de graduar-se em Cambridge e servir na Marinha Real, não tinha muito o que fazer. Isso ele solucionou preocupando-se com os problemas ambientais, mas parece que os meios de comunicação ingleses não têm muito o que dizer a respeito. 



terça-feira, 30 de abril de 2013

Finalização - Agradecimento

Obrigado a todos os seguidores que nos acompanharam nesses 2 dias de blog foi muito gratificante para mim e pra meu amigo e colega que contribuiu para que esse blog se tornasse como esta hoje então se quiserem mais informações Comente Mande e-mail para esse ae:
minecrouden@gmail.com ou adicionem eu no Skype Gustavo Zir minha localização se encontra em Tóquio Japão . Obrigado a Todos !

E que a Força Esteja Com Vocês

Apec - Tarefa geo FINAL

Apec - A APEC (Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico) é um bloco econômico que foi criado em 1993 na Conferência de Seattle (Estados Unidos da América). Este importante bloco econômico ainda está em fase de implantação.
Fazem parte deste bloco econômico os seguintes países: 
- Estados Unidos da América
- Japão
- China
- Rússia
- Peru
- Formosa (também conhecida como Taiwan),
- Coréia do Sul,
Hong Kong (região administrativa especial da China),
- Cingapura
- Vietnã
Malásia
- Tailândia
Indonésia
Brunei
Filipinas
- Austrália
Nova Zelândia
- Papua Nova Guiné
- Canadá
- México
Chile 
Este bloco econômico é de extrema importância no cenário econômico mundial, pois somadas as produções industriais de todos os países membros, chega-se a quase metade de toda produção mundial. O PIB dos países membros atinge cerca de 17 trilhões de dólares.
Quando estiver em pleno funcionamento, será o maior bloco econômico do mundo. De acordo com o estabelecido na reunião de Bogor, em 1994, será estabelecida uma zona de livre comércio em 2010 entre os países desenvolvidos. Com relação aos países em desenvolvimento e subdesenvolvidos, esta zona de livre comércio será estabelecida apenas em 2020.