segunda-feira, 30 de junho de 2014

Forum America Latina

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América Latina (em espanholAmérica Latina ou Latinoamérica; em francêsAmérique Latine) é uma região do continente americanoque engloba os países onde são faladas, primordialmente, línguas românicas (derivadas do latim) — no caso, o espanhol, o portuguêse o francês — visto que, historicamente, a região foi maioritariamente dominada pelos impérios coloniais europeusEspanhol e Português.1 A América Latina tem uma área de cerca de 21 069 501 quilômetros quadrados, o equivalente a cerca de 3,9% da superfície da Terra (ou 14,1% de sua superfície terrestre).2 Em 2008, a sua população foi estimada em mais de 569 milhões de pessoas.2 Os países do restante do continente americano tiveram uma colonização majoritariamente realizada por povos europeus de cultura anglo-saxônica ou neerlandesa (ver América Anglo-Saxônica).3 Vale ressaltar algumas exceções, como Québec, que não é um país independente, mas uma província de maioriafrancófona que pertence ao Canadá;4 o estado da Luisiana, que também foi colonizado por franceses, mas pertence aos Estados Unidos5 e os estados do sudoeste estadunidense, que tiveramcolonização espanhola.6
A América Latina compreende a quase totalidade das Américas doSul e Central: as exceções são os países sul-americanos da Guianae do Suriname e a nação centro-americana de Belize, que são países de línguas germânicas. Também engloba alguns países daAmérica Central Insular (países compostos de ilhas e arquipélagosbanhados pelo Mar do Caribe), como CubaHaiti e República Dominicana. Da América do Norte, apenas o México é considerado como parte da América Latina.7 A região engloba 20 países:ArgentinaBolíviaBrasilChileColômbiaCosta RicaCuba,EquadorEl SalvadorGuatemalaHaitiHondurasMéxico,NicaráguaPanamáParaguaiPeruRepública DominicanaUruguaiVenezuela.8
A expressão "América Latina" foi utilizada pela primeira vez em 1856 pelo filósofo chileno Francisco Bilbao9 e, no mesmo ano, pelo escritor colombiano José María Torres Caicedo;10 e aproveitada pelo imperador francês Napoleão III durante sua invasão francesa no México como forma de incluir a França — e excluir os anglo-saxões — entre os países com influência na América, citando também a Indochina como área de expansão da França na segunda metade do século XIX.11 Deve-se também observar que na mesma época foi criado o conceito de Europa Latina, que englobaria as regiões de predomínio de línguas românicas.12 Pesquisas sobre a origem da expressão conduzem, ainda, aMichel Chevalier, que mencionou o termo "América Latina" em 1836, durante missão diplomática feita aos Estados Unidos e ao México.13 Nos Estados Unidos, o termo não foi usado até o final do século XIX tonando-se comum para designar a região ao sul daquele país já no início do século XX. 14 Ao final da Segunda Guerra Mundial, a criação da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe consolidou o uso da expressão como sinônimo dos países menos desenvolvidos dos continentes americanos, e tem, em consequência, um significado mais próximo da economia e dos assuntos sociais.14
Convém observar que a Organização das Nações Unidas reconhece a existência de dois continentesAmérica do Sul eAmérica do Norte, sendo que esta última se subdivide em Caribe, América Central e América do Norte propriamente dita, englobando México, Estados Unidos e Canadá, além das ilhas de Saint Pierre et MiquelonBermudas e a Groenlândia.14As antigas colônias neerlandesas (e, atualmente, países independentes) CuraçaoAruba e São Martinho não são habitualmente consideradas partes da América Latina, embora a sua língua mais falada seja o Papiamento, linguagem de influência ibérica (embora não considerada latina).14

Fonte : http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_Latina

3 comentários:

  1. A SAÚDE PÚBLICA BRASILEIRA PRECISA DE MAIS RECURSOS DO GOVERNO FEDERAL
    Em primeiro lugar antes de defender a busca de mais dinheiro para a saúde precisamos conhecer quais são objetivos do SUS, o sistema público de saúde brasileiro. Onde pretendemos chegar. Defendo que o papel, de toda a sociedade e dos serviços de saúde é ajudar as pessoas a viverem mais e melhor. O direito de todos nós só morrermos bem velhinhos, de preferência sem nunca ter ficado doentes (quase impossível) e se ficarmos que saremos logo, de preferência sem sequelas. Saber que a saúde depende de vários fatores como a carga genética, biológica, estilo de vida, o ambiente físico e sócio econômico que nos cerca e a suficiência e boa qualidade dos serviços de saúde. Portanto, é um engano pensar que nossa saúde só depende dos serviços de saúde. Temos que pensar na multicausalidade da saúde que passa pelos seus condicionantes e determinantes: salário, trabalho, casa, comida, vestuário, educação, cultura, transporte, meio ambiente etc. Sendo assim é possível concluir que em todo pais e normal que haja algum problema no sistema de saude publica

    Não se perde nunca a esperança de conseguir mais recursos para a saúde. A única esfera de governo que precisa, por justiça, colocar mais recursos é a União. Uma dívida histórica de quem já colocou mais dinheiro em saúde. Em 1995 foi 11,7% de sua Receita Corrente Bruta e agora 7%.
    Logo depois de termos perdido uma batalha com a votação equivocada da LC 141 em 7 de dezembro, já se estava pensando em ressurgir das cinzas e apresentar novas propostas de conseguir mais dinheiro para a saúde.

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  2. Comentario Feito pelo Aluno da Escola Dom Bosco Unidade de Caçador.

    Um estudo divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) na última terça-feira apontou que neste período a "taxa de homicídios da região cresceu 11%, enquanto que, na maioria das regiões do mundo, caiu ou se estabilizou. Em uma década, mais de um milhão de pessoas morreram na América Latina e no Caribe por causa da violência criminal".
    Dados do relatório apontam que 11 países da região -- Brasil, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, República Dominicana e Venezuela -- apresentam "altos níveis" de homicídios, ou seja, mais de 10 assassinatos em cada 100 mil habitantes. A lista é liderada por Honduras, com uma cifra de 77,5 mortes, o Brasil, por sua vez, tem 15,5 homicídios a cada mil habitantes.
    O menor índice de violência foi registrado no Chile onde, em média, 2 em cada 100 mil habitantes são assassinados.
    "Na última década, a América Latina foi cenário de duas grandes expansões: a econômica e a criminosa",

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  3. Comentario Enviado a Nos pelo Aluno Ricardo Lapolli da Escola Dom Bosco de Caçador

    Brasília – A infraestrutura e o acesso a serviços básicos de eletricidade, água, esgoto e telefone são "altamente deficientes" nas escolas da América Latina e do Caribe. Em 40% das escolas públicas e privadas, não há biblioteca, 88% não têm laboratório de ciências, 65% não contam com salas de informática e 35% não oferecem espaço para prática esportiva. Os dados constam do relatório Infraestrutura Escolar e Aprendizagem da Educação Básica Latino-Americana, lançado hoje (18) pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
    O estudo leva em consideração informações sobre 16 países, incluindo o Brasil. Uma das conclusões é que há grande disparidade entre a infraestrutura disponível nas escolas particulares em relação à rede pública e ainda entre as que se localizam nas cidades em comparação às do campo.
    A condição dos estabelecimentos de ensino que atendem à quinta parte mais pobre é ainda mais grave. Segundo o relatório, só a metade deles tem acesso à água potável e eletricidade, apenas 4% têm acesso à linha telefônica, mais da metade não têm biblioteca e quase nenhum tem laboratório de ciências, ginásio de esportes ou sala de computação. “Essas deficiências minimizam o potencial da escola em mitigar ou compensar as iniquidades que as crianças trazem de casa, já que muitas dessas carências estão replicadas nos lares dos estudantes”, aponta.
    A comparação entre os países mostra que aqueles localizados na América Central apresentam os maiores déficits nos parâmetros medidos, seguidos pelo Paraguai e Equador, na América do Sul. Na outra ponta, estão os países do Conesul (Chile, Argentina e Uruguai), que contam com a melhor infraestrutura física. O Brasil, assim como o México e a Colômbia, ocupa posição intermediária entre as variáveis analisadas. O estudo destaca que, no Brasil, menos de 10% das escolas têm laboratórios de ciências, situação que se repete em El Salvador, na Nicarágua e Costa Rica.
    O estudo também relaciona a infraestrutura das escolas com o desempenho dos alunos a partir do Segundo Estudo Regional Comparativo e Explicativo (Serce), espécie de teste que foi aplicado a quase 200 mil alunos de 3 mil escolas da região. A principal conclusão é que aqueles que estudam em unidades mais bem equipadas têm um melhor aprendizado.
    Um dos fatores que está mais “consistente e positivamente” relacionado com a pontuação dos alunos no Serce, segundo o relatório, é a presença de áreas de estudo como laboratórios de ciências, biblioteca e sala de computação na estrutura escolar. O relatório estima que haverá uma variação de cerca de 20 pontos na nota de um aluno de uma escola que conte com todos esses recursos em comparação à outra que não tenha nenhum desses insumos.

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